Palmeiras COBRA R$ 160 MI de repasses não feitos pelo Allianz Parque

Palmeiras cobra R$160 milhões da WTorre por repasses não realizados no Allianz Parque

O futebol é um esporte rico em emoções e controvérsias dentro e fora das quatro linhas. O Palmeiras, um dos gigantes do futebol brasileiro, está em uma disputa judicial acirrada com a empresa Real Arenas, parte da WTorre, responsável pela gestão do Allianz Parque, sua casa desde 2015.

O início da disputa

Em 2017, o Palmeiras ingressou com uma ação judicial alegando que a WTorre não estava realizando os repasses devidos referentes às receitas geradas pela Arena. Segundo o clube, essa situação vem ocorrendo desde 2015, o que fez com que o valor da cobrança atualizasse para R$ 160 milhões.

O Allianz Parque: palco de disputa

O Allianz Parque, além de ser o palco de grandes partidas do Palmeiras, tornou-se também o centro de uma grande disputa judicial. O clube alega que a empresa não realizou os pagamentos referentes às receitas da Arena acumuladas desde 2015.

A gestão da WTorre

A Real Arenas, braço da WTorre, é a empresa responsável pela gestão do Allianz Parque. O Palmeiras afirma que a construtora não tem cumprido com as obrigações contratuais de repasse das receitas da Arena.

Os detalhes do contrato

O contrato entre Palmeiras e WTorre prevê que o clube tenha direito a uma porcentagem das receitas geradas pela Arena. Isso inclui a locação para shows, exploração de áreas como lanchonetes e estacionamentos, além de locações de cadeiras, camarotes e naming rights.

O crescimento da dívida

Enquanto a disputa judicial não é resolvida, a dívida continua crescendo. Os eventos e atividades na Arena não pararam e, por isso, o valor que o Palmeiras cobra na Justiça da WTorre vai continuar aumentando.

A posição da WTorre

A construtora, por outro lado, discorda do valor apresentado pelo Palmeiras. A WTorre justifica que as discussões sobre os valores a serem pagos e recebidos da parceria estão sendo tratadas na corte arbitral.

O ponto de vista do Palmeiras

Para o Palmeiras, a dívida é incontroversa. O clube argumenta que a WTorre apresenta relatórios mensais, como previsto no contrato, detalhando as receitas que dariam direito a um percentual para o Palmeiras.

A situação atual

No momento, a disputa entre Palmeiras e WTorre continua em aberto. Em 2024, o valor cobrado pelo clube na Justiça é de R$160 milhões.

A visão da presidente do Palmeiras

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, tem sido crítica em relação à gestão da WTorre no Allianz Parque. Ela já se referiu à parceria como um “péssimo negócio” para o clube.

O futuro do Allianz Parque

Leila Pereira também expressou preocupação sobre o futuro do Allianz Parque. Ela teme que, com o passar dos anos, a manutenção da Arena seja cada vez mais negligenciada.

A parceria Palmeiras e WTorre

O contrato de parceria entre Palmeiras e WTorre foi firmado por 30 anos e começou a valer a partir da inauguração da Arena, em 2014. Isso significa que o contrato entre o clube e a construtora é válido até novembro de 2044.

Os percentuais de direito do Palmeiras

Os percentuais de direito do Palmeiras nas receitas geradas pela Arena variam de acordo com o tempo de abertura da Arena. Por exemplo, nos primeiros cinco anos, o clube tem direito a 20% da receita. No estágio atual (de 5 a 10 anos da abertura), o Palmeiras tem direito a 25% da receita.

A situação entre Palmeiras e WTorre é complexa e ainda não tem uma resolução em vista. Enquanto isso, o valor que o Palmeiras cobra da construtora na Justiça continua a crescer e a situação do Allianz Parque é motivo de preocupação para os torcedores e para a diretoria do clube.

Afinal, o futebol é um esporte que vai além das quatro linhas do campo. Ele envolve também questões financeiras, contratuais e, infelizmente, muitas vezes, disputas judiciais.

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